Pular para o conteúdo principal

Amizade




Pode ser que um dia deixemos de nos falar... 

Mas, enquanto houver amizade, 
Faremos as pazes de novo. 

Pode ser que um dia o tempo passe... 
Mas, se a amizade permanecer, 
Um de outro se há-de lembrar. 

Pode ser que um dia nos afastemos... 
Mas, se formos amigos de verdade, 
A amizade nos reaproximará. 

Pode ser que um dia não mais existamos... 
Mas, se ainda sobrar amizade, 
Nasceremos de novo, um para o outro. 

Pode ser que um dia tudo acabe... 
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente, 
Cada vez de forma diferente. 
Sendo único e inesquecível cada momento 
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre. 

Há duas formas para viver a sua vida: 
Uma é acreditar que não existe milagre. 
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.

Albert Einstein

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Poema de Cora Coralina

Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina. Cora Coralina

Cabelos ao Vento (Pris Jardim)

Cabelos ao vento Vão pra lá e pra cá Parecem dançar Mas está a infernizar
Ela tenta arrumar O vento volta a bagunçar Os cabelos ao vento Parece não parar
Pris Jardim

Soneto LXVI

Não te quero senão porque te quero e de querer-te a não querer-te chego e de esperar-te quando não te espero passa meu coração do frio ao fogo.
Quero-te apenas porque a ti eu quero, a ti odeio sem fim e, odiando-te, te suplico, e a medida do meu amor viajante é não ver-te e amar-te como um cego.
Consumirá talvez a luz de Janeiro, o seu raio cruel, meu coração inteiro, roubando-me a chave do sossego.
Nesta história apenas eu morro e morrerei de amor porque te quero, porque te quero, amor, a sangue e fogo.
Pablo Neruda